O grupo "Doce Mistério".
foi criado em homenagem
ao cantor Leonardo.
É um espaço onde amigos, poetas e
amantes das artes, da literatura, da poesia,
das mensagens edificantes e da bela música...
reúnem-se para usufruir o 
que há de melhor na Internet.
É uma maneira de estreitarmos laços de 
amizades sinceras e de
desfrutarmos de momentos 
de reflexão e de aprendizagem 
num clima descontraído e harmônico.
Neste espaço não é permito nenhum tipo 
de material vulgar ou ofensivo que venha 
constranger os integrantes do grupo.


Owner:
Mary Trujillo

 
Fundadora do grupo:
"Doce Mistério"
Roberta Viana - Sollua

Moderadores:

Alberto Peyrano

Adelia Mateus

Lúcia Trigueiro

Zilca Tricerri

Assessores musicais:

Ógui L. Mauri

Alberto Peyrano

Colaboradora de Eventos:

Eunice Ap. Domingos "Nice"
 
Award Poeta de Ouro
 

Patrono do "Poetas de Ouro"
Guilherme de Almeida
 

Cordenadora:
Lúcia Trigueiro
 
 
Comissão de apoio:
Associados do grupo
"Doce Mistério"
 

Em caso de empate na
escolha das poesias,
o"Voto de Minerva" será
do poeta
Ógui Lourenço Mauri

 
Apoio de Arte:
Davi Manolo Trujillo





Histórico:

- 27/05/2012 a 02/06/2012
- 29/04/2012 a 05/05/2012
- 25/03/2012 a 31/03/2012
- 26/02/2012 a 03/03/2012
- 29/01/2012 a 04/02/2012
- 01/01/2012 a 07/01/2012
- 27/11/2011 a 03/12/2011
- 30/10/2011 a 05/11/2011
- 02/10/2011 a 08/10/2011
- 07/08/2011 a 13/08/2011



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"Poetas de Ouro" do mês de maio de 2012.
Por ordem alfabética.



- Postado por: Mary Trujillo às 21h25
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Agua en el alma
Alberto Peyrano

Yo vi tus lágrimas correr por tus mejillas.
Y esa agua bendita que mi sed calmó
Llegó hasta mi boca en un suspiro
E inundó mi corazón.

Cuánta dicha sin fin sentí al instante,
Cuánto de ti pasó a mi alma...
Un pájaro cantaba en el jardín
Bajo la intensa lluvia de tu amor.

Tomé tu mano y la acerqué a mi rostro
Y oh! milagro, de tus dedos
Brotaron rosas encarnadas
Que el rocío de mis lágrimas cubrió.


Água na alma
Alberto Peyrano

(Versão em Português: Ógui Lourenço Mauri)

Eu vi suas lágrimas a correr por suas bochechas.
E essa água benta, que minha sede matou,
Chegou até minha boca num suspiro,
Inundando meu coração.

Que felicidade sem fim senti naquele instante,
Quanto de você passou à minha alma...
Um pássaro cantava no jardim
Sob a intensa chuva de seu amor.

Peguei sua mão e a fiz tocar meu rosto
E, oh, milagre!... De seus dedos
Brotaram rosas encarnadas
Que o orvalho de minhas lágrimas cobriu

Alberto Peyrano
(Versão em Português: Ógui Lourenço Mauri)

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Grupo "Doce Mistério"

 

 



- Postado por: Mary Trujillo às 21h20
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Desfecho
Humberto Rodrigues Neto

Sei que é preciso, deste amor suspeito,
esperar dias hibernais, tristonhos,
e estar consciente de cruciais, medonhos
e atros suplícios a ferir-me o peito!

Sim, é preciso que eu, a teu respeito,
não borde anseios por demais risonhos,
nem ponha em altos pedestais meus sonhos,
nem sonhe o Éden no teu níveo leito!

Se houver o adeus final de um sonho ardente,
que eu me acostume a não te ver jamais
e viva apenas de um idílio ausente...

Fins de romance... tão comuns e iguais...
a flor-mulher que amamos loucamente,
que um dia nos deixa, e que não volta mais!

Humberto Rodrigues Neto

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- Postado por: Mary Trujillo às 21h18
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Amor Eterno, terno amor
José Maciel

Olhe nos meus olhos,
e veja se não dizem
o mesmo que os seus
revelam para mim...

O brilho que emanam deles,
seus olhos,
iluminam minha mente,
e meu coração então sente,
o que o seu quer falar pra mim.

Eu quero você,
como sei, você me quer...
Desejo amar você,
da mesma forma
que me desejas.

Então, por que retrair-se,
dar de ombros quando me vê...
Fica se fazendo de difícil,
se escondendo...

Mas querendo
abraçar-me e beijar-me,
ter-me colado em você...
Sentir meu calor...

Meu desejo é igual ao seu,
fazer amor, aquele,
do tempo antigo...

Passearmos de mãos dadas,
em volta do coreto da praça,
sentarmos no banco e ali,
olhar a gente que passa...

Carrocinha de pipoca,
o homem do algodão,
andando pela calçada
gritando o seu refrão.

E até mesmo o florista,
- Olha, moço, compre aqui,
Veja que rosa bonita...!
dê uma pra namorada !

Mas, nenhuma é tão bela,
quanto a flor
que está comigo...
Ai, como será  bom,
se eu tiver a felicidade,
de, um dia não distante,
poder namorar você.

José Maciel

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- Postado por: Mary Trujillo às 21h17
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"Poetas de Ouro" do mês de abril de 2012.
Por ordem alfabética.



- Postado por: Mary Trujillo às 20h18
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A Rapidez com que o Tempo Passa
Maria Tomasia

Às vezes, fico observando
A rapidez do tempo se esvaindo,
Como que obedecendo a um comando,
Fazendo com que a vida vá diminuindo.

Os minutos não cessam de correr,
Como os pássaros que estão a voejar:
Tão rápido que ninguém os pode suster,
Nem conseguir as mãos, neles, pousar.

Bem que poderia ser mais lento,
Para que pudéssemos ter mais encanto
Até para apreciar o passar do vento,
Enquanto estamos nesse recanto.

O tempo é sempre inclemente;
Chega rápido para nos fustigar,
Transformando a vida da gente
Num eterno  e triste recordar.

Maria Tomasia
27.04.11

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- Postado por: Mary Trujillo às 20h16
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Doce Melodia...
Naidaterra


Cada nota é um carinho
Para minha alma que
Desperta e de saudade chora
Não estar em seu lugar
De origem

O som se propaga e alcança
As mais elevadas esferas
E as almas afins se reencontram
E permanecem juntas enquanto
A majestosa melodia se faz presente

São as almas que tocam,
Dançam, cantam, pintam,
Modelam com genialidade
Dando vida às formas esculpidas
E os poetas, com maestria
Encantam com seus escritos.

Ah! mel, bálsamo, pureza que
Minha alma desfruta ao
Som divino deste violino
Cada nota uma emoção sublime

Quem dera eu pudesse
Eternizar este momento
De prazer e reencontros

Viver ao som desta melodia
Como encantamento que
Não se quebra

Ah! doce reconhecer da
Minha alma que se deleita
Ao som deste violino e,
Descansa o meu corpo
Ainda tão denso.

Naidaterra

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- Postado por: Mary Trujillo às 20h15
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Tão-Somente Mulher
Yara Nazaré

Ainda que não me vejas
Na essência como sou
Não sou uma concha vazia
No meu jardim
Tenho rosas cultivadas
E regadas com amor.

No peito meu coração aflora
Pleno de alimento interior
E na minha metamorfose
Sou como a borboleta
Que pousa de flor em flor
Sugo delas o néctar
Que tece o meu caminhar
E sem alarde revelo
Meu perfil transparente
De fácil leitura e tradução.

Sou assim...
Tão somente mulher
Ser que pensa e alimenta
A esperança de viver
No mundo sem medo e sem dor.

Mostro-me na palavra autêntica
Escrita em versos simples
Sem a vaidosa pretensão.
É o meu retrato vivo
E dos dias que enfeito
Com as estrelas e o luar
Que tomo emprestados da noite
Ao tentar meus sonhos, realizar!

Yara Nazaré
19.03.2003

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- Postado por: Mary Trujillo às 20h13
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"Poetas de Ouro" do mês de março de 2012.
Por ordem alfabética.



- Postado por: Mary Trujillo às 20h00
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Asas do Vento
Badu

Olhar denunciou nostalgia,
dia tempestivo em apressado fechar
da janela e cerrar dos olhos.
Fez coração chorar desilusão
acompanhando a dor dos ponteiros
incriminando o tempo.
Choro por ti ingratidão que se veste
em pele de criança ingênua,
com a plena certeza que eu te abracei.
Como queiras assim será até o próximo
tropeço... esse é o preço dos braços da
liberdade é a maldade escurecendo o céu.
Onde estas agora?
Passaram horas e eu me perdi
quando não voltavas mais, volto atrás me
perdoes se eu esquecer tua face.
É fácil gostar sem entrega e pedir
perdão com um sorriso!
Não é preciso explicar felicidade,
quando chegar não bata na porta está aberta
e as chaves nunca troquei de lugar.
Precisava escorrer uma lágrima minha,
tão logo vou crescer mudar meu corpo,
apresentar rosto adulto,
secarei os olhos pelas palavras rudes
que já aprendi e meus lábios negaram falar.
Vais lembrar-te de mim?
Sim ainda espero das promessas que me
entregastes um dia, alegria apenas
adormece, se aborrece na espera de uma
primavera que ainda vem.
Sou a ilusão do homem ou a
certeza do menino qual a indecisão
do sol e da chuva retratando a fusão de cores
atiçando a menina dos olhos.
Ditaria um poema inteiro e por inteiro
reconstruiria o coração das rasuras
que acompanharam esse tempo sem ti.
Conto até três...
Outra vez as estrelas se recolhem
e no silêncio tenho tua ilusória presença.
Aqui... livre estou juntando momentos,
recortes em disformes formas de um tempo,
soltas amarras nas asas do vento.

Badu

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- Postado por: Mary Trujillo às 19h57
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Como te Enganas...
Theca Angel

Finjo crer em ti, mas na verdade
Algo dentro de mim me alerta...
Onde aprisionas a sensibilidade
que teus sentidos não desperta?

Não descobres das palavras, a paixão...
O jeito meigo de murmurar baixinho
palavras que atinjam meu coração
E tentem despertar em mim, carinhos?

Nada sabes de amor? Pobre de ti!...
Naufragas em meio a essa descrença
Não te alivia sequer a esperança.

Morres um pouco à cada parvo dia
desta tua existência, buscando inútil
sufocar sonhos, em meio âs poesias!

"Infeliz aquele que não liberta sua crença
e colhe de um amante coração, as fantasias!"

Theca Angel

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- Postado por: Mary Trujillo às 19h55
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O Verde do Lago
ZzCouto

Naquele lago, o silêncio era total
a paz reinava, com estrelas a brilhar.
Contemplando aquela noite magistral,
sonhei, sem poder me ausentar...

Folhas mortas caíam ao meu redor,
e tudo ressumbrava perfume de selva.
Enquanto não chegava o meu amor,
caminhei na fria e molhada relva.

Era tudo verde, tudo real,
o meu olhar, o meu sentimento.
E na esperança do encontro ideal,
parecia ver teu vulto, por um momento.

Nas águas do verde lago, meus olhos cintilaram,
na antevisão do príncipe encantado.
Para as cores da vida e do amor, sorriram,
deixando o coração mais apaixonado...

ZzCouto


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- Postado por: Mary Trujillo às 19h54
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"Poetas de Ouro" do mês de Fevereiro de 2012.
Por ordem alfabética.



- Postado por: Mary Trujillo às 23h12
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 Lampejos de Beijos
Gui Oliva


Beijos esses lampejos,
alguns me causam
medos.

Um beijo de amor
me cala,
e do meu peito
então apaga,
todo e qualquer
dissabor.

Quando da tua boca
vem favo de mel
da minha expulso o fel.

Um beijo dado,
como água espraiada,
pode ser tudo ou nada.

Que beijo é esse
que me alcança
e me enlaça
e me põe desnuda
e descalça?

Beijinho meu é bom
se trocado no apogeu,
não venha falar de bombom,
de doce beijo entendo eu.

Volta aos enlaços
da minha lira,
recompõe
aquele beijo,
cheio de desejo
que me inspira

Dado sem desejos
beijo vira pó,
tenha dó...
será melhor
que não dê...nó!

Os beijos são meus
e, se trocados
com os teus,
não são banais
e reles,
são especiais,
são beijos
daqueles!

Gui Oliva
Santos/SP março/2007

Da Série Concisos Sem Siso


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- Postado por: Mary Trujillo às 23h11
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Aprendendo a Viver!
Luli Coutinho

 

Ensinou-me a arte do amor espiritual
Nascido novamente num encontro angelical
Amei-o e abracei-o no meu sonho de amor.

Completou-me com a sua sabedoria
Trouxe-me a luz e os acordes d'alegria
Dançando comigo o canto dos colibris.

Deixou-me sua serenidade, sua alma!
Encontrando-se com a minha, abraçou-a,
E com carinho acalmou-a em seu ninho.

Ensinou-me a arte da emoção!
A cantar e dançar com o coração
Chorar de amor ao ouvir uma canção.

Mostrou-me a arte de viver!
O amor em versos à vida renascer
Incentivando a minha poesia.

26/04/06
08/12/07 ( reformulada)

Luli Coutinho


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- Postado por: Mary Trujillo às 23h08
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